quarta-feira, 29 de julho de 2026

Minha transição capilar



Olá, loveeers! Boa noite! Tudo bem com vocês? Eu tô bem, graças a Deus.
Semana passada eu publiquei a primeira parte da minha história capilar. Contei um pouco sobre a minha vida, mostrei algumas fotos que vocês ainda não conheciam e, para quem ainda não leu, é só clicar aqui. 💗 
E hoje vim trazer a segunda parte dessa história. 

Mas antes, vou fazer um resumão de 2015.
 Eu comecei o ano com o cabelo alisado, pretinho e curtinho. E vou confessar: esse é um dos cabelos de que eu mais gostei. Eu me sentia moderna, achava o corte elegante, bonito e, além de tudo, superprático para o dia a dia.

 Porém, em junho de 2015, depois de lavar o cabelo, eu me permiti olhar no espelho e, depois de cinco anos, pela primeira vez consegui me enxergar bonita novamente com o cabelo ao natural. 
Ele ainda tinha resquícios da química, então não formava cachos completamente, mas eu achei o resultado muito bonito. 

Em setembro eu já tinha entrado oficialmente na transição capilar. Meu cabelo estava curto, em camadas, e eu, particularmente, achava ele lindíssimo. 


Mas, no final do ano, eu tive uma recaída e voltei a alisar o cabelo. Ele já estava bem maior em comparação ao mês de junho, e essa foto é dele finalizado apenas com o secador. É um dos cabelos de que eu mais sinto saudade, porque estava comprido, na minha cor natural e com um aspecto mais ondulado. 


Em 2016 eu continuei usando o secador como forma de finalização. Na minha cabeça, se eu abandonasse a química, mas continuasse usando apenas a fonte de calor, conseguiria aceitar melhor a transição e passar por essa fase.
Mas esse foi um grande engano. Inclusive, já vi muitas meninas passando exatamente pela mesma situação.
Nessa foto meu cabelo está ondulado e finalizado com o secador, mas vocês conseguem perceber que a raiz já estava bem alta, justamente porque eu já não fazia mais o relaxamento. 


Foi aí que decidi entrar novamente na transição capilar.

Comecei a pesquisar muito sobre transição, hidratação, cronograma capilar, técnicas de finalização e também passei a acompanhar blogueiras cacheadas e crespas. Cada produto, dica ou técnica que funcionava para mim eu vinha correndo compartilhar com as minhas moranguinhos.

No final de 2016 eu tinha uma formatura para ir e queria dar uma mudada no visual. por que  cabelos cacheados com luzes são lindos, então fiquei com muita vontade de clarear novamente.
Acabei sendo convencida a fazer algumas mechas em um tom avelã, o que hoje conhecemos como morena iluminada.
E, olha... quando vejo essa foto do final de 2016, eu penso: que cabelo lindo! 
 Ele estava super-hidratado, definido e com um corte que valorizava muito o meu rosto.

Depois de tantos anos, eu voltei a sentir alegria ao me olhar no espelho. Voltei a achar meu cabelo bonito... e, pela primeira vez em muito tempo, enxerguei beleza justamente naquilo que passei tantos anos acreditando que precisava mudar. 
Se na primeira parte eu contei como me tornei refém da ideia de que precisava ter um determinado cabelo para me sentir bonita, esta segunda parte é sobre como, aos poucos, fui me libertando dessa ideia. 


Em 2017 foi um ano em que eu, particularmente, amava o meu cabelo. Porém, também foi um período em que passei por momentos muito difíceis e de bastante estresse, o que acabou afetando minha vaidade e os cuidados comigo mesma.
Nessa foto eu tinha pintado o cabelo em um tom marrom chocolate, mas a intenção era chegar mais perto do vermelho. Ainda não conhecia muito sobre coloração, então o resultado ficou diferente do que eu imaginava. Mesmo assim, meu cabelo já estava maior, com um volume lindo e os cachos superdefinidos.




Em 2017 eu também me formei em Auxiliar de Farmácia e, como eu disse, nem tudo foram flores. Me mudei de cidade, mudei de emprego, de rotina e de vida. E, claro, mudanças mexem muito com a gente, né?
Mas, em relação ao meu cabelo, eu estava vivendo algo completamente novo. Pela primeira vez eu conseguia vê-lo na sua cor natural, com os cachos bem formados, um volume bonito e do jeitinho que eu sempre sonhei. É maravilhoso quando a gente finalmente consegue se olhar no espelho, se amar e se aceitar. 


Em 2018 eu já tinha me formado, estava morando em outra cidade e sentia que minha vida estava mudando. E, como toda apaixonada por cabelo, eu quis mudar o visual mais uma vez.
Uma princesa da Disney que conquistou um lugar especial no meu coração é a Merida. Além da personalidade dela, eu fiquei  apaixonada pelo cabelão cacheado e alaranjado. 
Foi aí que resolvi pintar o meu cabelo. Na verdade, usei uma máscara tonalizante porque queria chegar em um tom bem laranja, como um cobre dourado ou cobre intenso, algo próximo das tonalidades 8.77 ou 7.77.

Como meu cabelo era naturalmente escuro, o resultado ficou mais acobreado do que laranja. Meu sonho era aquele tom bem "raposinha", mas acabou ficando um cobre mais fechado. 
Mesmo não tendo ficado exatamente como eu imaginava, eu achei o resultado lindo. Eu me sentia viva, feliz e até mais jovem. Acho que essa sensação tinha muito a ver com a fase de liberdade que eu estava vivendo. 



Ainda em 2018 eu resolvi mudar novamente a cor do cabelo. Dessa vez usei a coloração 6.56, da Brilho & Ton, um tom marsala que eu achei simplesmente lindo.

Como meu cabelo era escuro, a cor ficou mais fechada, elegante e, na minha opinião, bem madura e sensual. Nessa época eu também mudei a cor da sobrancelha para combinar com o novo visual. 


Essa foi a minha primeira foto de 2019. Meu cabelo já estava na cor natural, bem cacheado e, mesmo com bastante volume, continuava superdefinido. 


De 2019 para 2020 não tive tantas mudanças capilares, mas uma das coisas que fiz durante a pandemia foi realizar uma vontade antiga: voltar a usar franja. Só que, dessa vez, eu não queria apenas a franja lateral.
 E olha que gracinha que ficou! 🥹 Eu sei que cabelo cacheado com franja lisa já não estava mais na moda, mas convenhamos... durante a pandemia muita gente resolveu fazer franja, né? Hahaha. 


Em 2021 eu resolvi usar meu cabelo ainda mais natural. Ele estava em um comprimento lindo, superdefinido, e eu tinha pintado de preto. Os cachos estavam muito bem formados e, escrevendo essa história para vocês, percebo o quanto a minha visão mudou ao longo desses anos.

O cabelo loiro, liso, ruivo... todos continuam lindos. Mas hoje eu entendo que existem muitas outras formas de beleza também. 



Depois de seco, meu cabelo ficava assim: com um volume bonito e controlado, cachos bem definidos, um brilho impecável e até o meu penteado já tinha mudado bastante em comparação aos anos anteriores. 



2022 foi um ano muito especial para mim. Comecei um novo estágio e também um curso técnico em Secretariado, uma experiência que foi muito importante para o meu crescimento. 
 E meu cabelo acompanhou essa fase tão boa da minha vida. Olha esse brilho, esse balanço e esses cachos superdefinidos! Ele continuava volumoso, mas de uma forma bonita e saudável. 





Mas, no final daquele ano, precisei cortar o cabelo e, infelizmente, o resultado não ficou como eu esperava. Confesso que isso mexeu bastante comigo. 




Em 2023 passei alguns meses com o cabelo mais curto para recuperar totalmente os fios. E vou confessar: nessa foto eu acho ele especialmente lindo. 


Mas 2023 também foi um dos anos mais difíceis e dolorosos da minha vida. 
Naquele ano eu vivi duas perdas irreparáveis, e uma delas foi a do meu pai. Deus o recolheu, e essa foi a maior dor que já senti. 
A gente nunca está preparado para perder quem ama. Ninguém nos ensina a lidar com esse momento e, até hoje, eu vivo um dia de cada vez, aprendendo a conviver com a saudade, tentando entender e, principalmente, respeitar a vontade de Deus. 
Só de escrever sobre isso eu já fico muito emocionada.

Em relação ao meu cabelo, a maior mudança daquele ano foi na coloração. Escolhi um castanho claro acobreado e achei que a cor combinou perfeitamente com os meus cachos. 




No final do ano tonalizei o cabelo para um castanho escuro. 
Em meio à dor, 2023 também foi um ano de recomeços. Comecei um novo emprego, passei a estudar coisas novas e despertei um interesse ainda maior pela leitura e pela cultura. 
Foi a forma que encontrei de continuar seguindo em frente e sobreviver em meio a tantos sentimentos. 



De 2024 a 2025 eu não fiz grandes mudanças no cabelo, mas vou deixar aqui algumas das fotos de que eu mais gosto e nas quais acho que ele está simplesmente divino. 



No Halloween de 2025 eu fiz uma fantasia bem simples mesmo, de oncinha hahaha. Minhas moranguinhos sabem que eu sou apaixonada por animal print. 



Essa foto é do final de 2025. Nessa época eu tonalizei o cabelo de preto e, é, moranguinhos... aos meus 29 anos eu já tenho alguns cabelos brancos. Na verdade, eles apareceram há alguns anos, o que é completamente normal. Por isso, de vez em quando eu gosto de tonalizar. E olha como ele estava lindo: cheio de brilho, movimento e vida. 


Já neste ano, durante o verão, decidi cortar o cabelo. Ele estava um pouco ressecado e poroso, então achei que era o momento certo para renovar as pontas. 




E atualmente ele está assim. Já cresceu um pouquinho desde o último corte e voltou à minha cor natural. Mas confesso que, no próximo verão, estou pensando em mudar o visual mais uma vez. 


Bom, moranguinhos... 
 Esses dois posts falaram muito mais do que sobre o meu cabelo. Eles falaram um pouco sobre mim, sobre a minha vida, sobre as fases que vivi e sobre cada passo que dei ao longo desses anos. 
 E uma das coisas mais bonitas que percebi escrevendo tudo isso é que, hoje, aos meus 29 anos, eu consigo reconhecer beleza em tantas coisas. 
Durante muito tempo eu acreditei que existia apenas um padrão de beleza. Confiei cegamente nessa ideia e, por causa disso, muitas vezes fui preconceituosa comigo mesma e com o meu próprio cabelo. 
 Hoje eu o chamo de cachos... e, às vezes, de "jubinha". Mas não de forma pejorativa. Muito pelo contrário. Toda leoa tem a sua jubinha, né? 🦁 
 Hoje eu vejo beleza nos meus cachos. Vejo beleza no cabelo liso, no ondulado, no crespo, no ruivo, no loiro, no preto... porque a beleza nunca deveria ser imposta. 
E este post também não é uma defesa de que toda mulher precisa usar o cabelo cacheado. Eu também não posso dizer que nunca mais vou alisar o meu cabelo, porque a vida muda e nós mudamos junto com ela. 
O que eu posso dizer é que aprendi a amar o meu cabelo do jeito que ele é. 
Até hoje, às vezes, ainda tenho vontade de fazer uma escova ou usar a chapinha. Mas, desde 2016, nunca mais voltei ao alisamento químico. Hoje, quando quero um visual diferente, uso apenas o secador de vez em quando, principalmente no inverno. 
Depois de tantos anos, eu finalmente consigo enxergar beleza justamente naquilo que, por muito tempo, foi criticado e tratado como um problema. 
E, olhando para toda essa história, percebo que eu não passei 16 anos apenas mudando de cabelo.
Passei 16 anos aprendendo a gostar de quem eu vejo quando olho no espelho.
Durante muito tempo eu fui refém da ideia de que precisava ter um determinado cabelo para me sentir bonita. Hoje eu entendo que nunca foi o meu cabelo que precisava mudar. Era a forma como eu enxergava a mim mesma. 



segunda-feira, 27 de julho de 2026

Descendants: Wicked Wonderland





Olá, loveeers! Boa noite! Tudo bem com vocês? Eu tô bem, graças a Deus! A semana que passou voltou a chover bastante aqui na região, então aproveitei para assistir a alguns filmes e lançamentos. Entre eles, um filme de uma franquia que eu adoro: Descendentes
No dia 17, lançou o quinto filme da franquia, Descendentes: Wicked Wonderland (País das Maravilhas Malvado), continuação da história iniciada no quarto filme. E, claro, eu não poderia deixar de acompanhar. 

Dessa vez, continuamos acompanhando os filhos dos vilões e também dos heróis em Auradon. Além disso, conhecemos novos rostinhos, como Pink, irmã mais nova da Red e filha da Rainha de Copas; Max, filho do Chapeleiro Maluco, que, inclusive, achei muito parecido com o Chuck Bass, de Gossip Girl; Luis Madrigal, filho da Luisa Madrigal; Hazel, filha do Capitão Gancho, entre outros. 





Como sabemos, no quarto filme da franquia, Red e Chloe conseguem voltar no tempo e, com isso, a Rainha de Copas deixa de ser uma vilã, fazendo com que Red passe a ter a mãe dos sonhos. Porém, todos sabemos que existe o famoso efeito borboleta: quando mudamos o passado, alguma coisa também muda no presente, né?
E é justamente isso que acontece. O Chapeleiro Maluco acaba se tornando um vilão. Tudo o que estou comentando aqui não é spoiler, já que essas informações já haviam sido divulgadas  em outros meios de comunicação. 

O Chapeleiro, que antes era um pai presente, carinhoso e amoroso com seu filho Max, acaba mudando completamente. E, gente, eu juro:  o Max parece muito o Chuck Bass na primeira temporada de Gossip Girl. Enquanto eu assistia, ficava ouvindo mentalmente o famoso "I'm Chuck Bass". 😂 
O enredo do filme gira em torno dessa mudança e das consequências que ela causa. 

Eu adorei os efeitos especiais, as cores, a Pink, que é uma gracinha, e ver os filhos dos vilões demonstrando seus sentimentos, inseguranças e toda aquela magia que essa franquia sempre teve. Também foi inevitável comparar o novo grupo com o nosso quarteto inesquecível: Mal, Evie, Jay e Carlos. Que saudade! Que nostalgia gostosa!
Moranguinhos, o filme é maravilhoso! Até as músicas, que foram algo que, particularmente, me desagradaram bastante em Descendentes 4, dessa vez me conquistaram. O elenco está lindo, muito carismático, tem bastante química em cena e, o melhor de tudo, é muito talentoso. 
Super recomendo que vocês assistam ao filme no Disney+! 

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Looks da Elle Woods





Olá loveeeers , boa noite tudo bem com vocês? eu tô bem graças a Deus e semana passada eu fiz uma resenha sobre a série da Elle Woods e uma das coisas que eu amei são os looks e estilos e pensando nisso vim trazer meus looks favoritos da Elle dessa primeira temporada,  espero que gostem.