sábado, 19 de abril de 2025

Corações Invencíveis - 2 temporada



Capitulo 7: Verdades silenciosas ( parte 1)


A voz que surgiu atrás deles foi forme 
:_ que verdade seria essa?
Maitê havia acabado de retornar do almoço e tinha ouvido o suficiente. 

Catarina se assustou. Ficou pálida, mesmo tentando manter a expressão neutra. Sentiu que estava a um passo de ver sua fachada de boa amiga desmoronar.
Maitê parou frente a frente com os dois. Conhecia Catarina bem demais. Sabia que ela era inteligente — e sabia também que sabia mentir. 
:_  Renato tá insistindo em falar com a Helena, mas diante de tudo que aconteceu eu não acho viável
Maitê suspirou quase não piscava os olhos examinando cada reação em Catarina e Renato
:_ é, acho que você já causou danos demais Renato 
:_ eu não vim causar mal algum, pelo contrário quero saber como ela está. 
Maitê foi firme 
:_ ela está bem , graças a Deus. e ela não precisa de você, nunca precisou. você sabe o seu percentual de culpa nessa história toda
:_ Maitê, por você ser uma boa pessoa e uma amiga verdadeira, eu te respeito. Sei que errei. Mas isso não diz respeito a você… e muito menos a essa peçonhenta que Helena erra em chamar de amiga. 
Catarina manteve a expressão firme 
:_ Me ofender não vai anular o quão errado você foi. É melhor se retirar antes que eu chame o segurança. 
Maitê concordou
:_ é , você já causou demais e estamos trabalhando, se retire por favor
Renato assentiu com a cabeça e respeitou o que Maitê falou virou as costas e foi saindo, mas antes de cruzar as portas olhou firme no olhar de Catarina o que fez com que ela tremesse por dentro. 


Foram poucos segundos depois que Renato cruzou a porta.
Helena saiu do estoque com o cabelo preso em um rabo de cavalo alto, algumas mechas soltas por causa do calor. A expressão levemente corada, uma garrafinha de água nas mãos.
Helena sorria, um sorriso lindo . Leve. Sem imaginar o que havia acabado de acontecer.
:_ oi meninas, eu tô indo tirar meu horário de almoço
A tensão no ambiente era visível.
:_ aconteceu alguma coisa? 
Maitê balançou a cabeça que sim 
:_ amiga, é... o Renato ele veio te ver, estava aqui agora mesmo
Helena congelou por um instante 
:_ eu não acredito
:_ e achamos melhor que ele fosse embora, perdão por tomar essa decisão por você. mas esse rapaz já trouxe muitos problemas
Helena respirou fundo. O peito subiu e desceu lentamente.
:_ você fez amiga eu não quero falar com ele , ouvir a voz e nem olhar para ele. não quero 
Maitê arrumava uma franja solta no cabelo de Helena
:_ você faz bem, e você como se sente?
:_ estou bem, tentando seguir em frente e eu não quero permitir que nem Renato e aquela mulher apague minha luz, meu brilho
:_ não vão
:_ bom meninas, eu tô indo tirar meu horário de almoço combinei com meus pais, tá bom? qualquer coisa só me mandarem um whatsapp
Helena se despediu das amigas com um beijo, porém a pergunta ainda pairava no ar qual era a verdade que Catarina temia que Renato revelasse?


  Em São Jorge, Beatriz aproveitou que o pai estava no trabalho e a mãe descansava depois de um plantão exaustivo para se arrumar e sair. 
O plano era claro : Contar para Nina cada passo da estratégia para separar Inês de Bruno… e Otávio de Helena. 
Mais do que contar, ela queria aprovação. Era como se dependesse da validação de Nina para agir. Pior: Nina não apenas aprovava — ela comandava as coordenadas, direcionava os movimentos, manipulava as peças e Beatriz aceitava. 
Diante do espelho, enquanto se maquiava, extravagante substituía o antigo blush rosado. Os cílios delicados de boneca deram lugar a traços marcados, delineado pesado, lábios intensos. 
As roupas também mudaram,  Os vestidos leves e delicados ficaram esquecidos no fundo do armário. Agora eram mini shorts, saias curtas, botas de cano alto e blusas que deixavam a pele à mostra. 
E não há nada de errado em mudar a forma de se vestir seu problema nunca foi a roupa o problema era o motivo !
Quando a mudança nasce apenas da necessidade de chamar a atenção de alguém — alguém que não te ama, que não te deseja — ela deixa de ser expressão e vira armadura.
Beatriz não estava se reinventando, toda aquela nova postura, a atitude mais dura, o riso mais alto, o olhar mais desafiador… eram tentativas desesperadas de esconder o dissabor de não ser correspondida. 
Mas, ironicamente , quanto mais ela mudava para parecer forte, sensual... Mais se afastava do homem que um dia amou Beatriz de verdade. 
E, no fundo , ela sabia disso só não queria admitir. 


Beatriz  descia as escadas que davam acesso à porta quando foi surpreendida pela mãe.
Joane vestia uma camisa de seda de alças finas e um short leve de algodão. Os cabelos presos em um rabo de cavalo denunciavam o calor daquela tarde que antecedia o Carnaval brasileiro — o ar estava pesado, quase insuportável.
 Beatriz se assustou ao ver a mãe , não sabia que a mãe estaria acordada naquele horário.
 Joane a examinou dos pés à cabeça. Sem pensar duas vezes, disparou 
:_  então é assim que você se porta quando seu pai e eu não estamos em casa
Beatriz cruzou os braços, já na defensiva. 
:_ mãe, eu só estou indo na Nina
:_ eu sei para onde você está indo. Estou me referindo à forma como você está se vestindo 
:_ é assim que as jovens da minha idade se vestem
Joane arqueou a sobrancelha.
:_ eu não vejo nenhuma moça descente se vestir assim, nenhuma menina de família se vestir assim
Beatriz respirou fundo, irritada.
:_ as únicas meninas que você conhece sou eu e as que vão no hospital que você trabalha 
A resposta foi direta. Joane não gostou.
:_ eu  não estou gostando da sua forma de se portar. Você não para mais em casa. Estoura os cartões em salão, lojas… nessas roupas que não me agradam. 
:_ olha,  mãe, eu não faço nada de errado. Essa semana eu só saí com a Nina porque ela está precisando de ajuda com a casa e com a empresa do marido.  
Fez um gesto impaciente 
:_ e quanto às roupas, eu já sou grande. Minhas roupas antigas eram de criança. 
Joane a encarou por alguns segundos, ainda descontente. 
:_ hum, tá bom. 
Mas não estava bom.
:_ eu  estava comentando com seu pai… e acho que já está na hora de você voltar a estudar. Fazer vestibular. Antes você estava empenhada nisso. 
Beatriz soltou um riso curto.
:_ vocês eram contra. Queriam que eu me casasse com um homem rico. 
:_ ainda queremos,  Mas não dá para você ficar à toa em casa, só dando gasto… e fazendo de tudo para chamar a atenção daquele peão. 
O golpe foi certeiro.
Beatriz endureceu 
:_ isso não tem nada a ver com Tavinho 
Joane sustentou o olhar.
:_ de qualquer forma, sexta-feira estou de folga. Vamos à cidade vizinha ver o pré-vestibular. Se não quiser estudar a distância, pelo menos vai arrumar algo útil para fazer na vida.

O silêncio que se instalou não era de obediência , mas sim revolta contida. 
Beatriz não queria estudar tão pouco obedecer queria provar a si e aos outros que podia conquistar Otávio. 


semana avançava, e quanto mais os dias passavam, mais ansiosa Helena ficava para rever Otávio.
Ele passaria o feriado de Carnaval com ela. Estaria acompanhado de Inês e Bruno, mas isso pouco importava — o que aquecia seu coração era saber que o teria por perto novamente.
Helena ainda se recuperava dos machucados. Os hematomas estavam quase sumindo, mas a insegurança permanecia.
Era normal,  Cada carro que diminuía a velocidade na rua fazia seu coração disparar. Por um segundo, temia que fosse Vera… ou Renato. Toda vez que fechava os olhos, a cena voltava o mesmo medo, a mesma tensão,  A sensação de que poderia ter perdido muito… ou quase tudo.
 E, inevitavelmente, junto com a lembrança do perigo vinha a imagem de João. 
 O momento em que ele a protegeu , o modo como se colocou à frente, a firmeza e sua coragem. 
 A admiração aumentava em seu peito; Mas já não era apenas admiração. ela percebia Um sorriso surgia involuntariamente quando o via ou quando ouvia seu nome e até mesmo quando lembrava do tom de voz dele.
E havia algo mais! 
uma quentura discreta queimando o lado esquerdo do peito., era uma sensação nova gostosa e perigosa. 
Helena travava uma batalha silenciosa consigo mesma para que aquela admiração não se transformasse em paixão.  Não seria  justo com ela, nem com João e muito menos com  Otávio. 
 Deitada na cama, aconchegada ao travesseiro, buscava consolo naquilo que ainda era seguro: o amor que construíra com Otávio.
Pegou seu celular e decidiu mandar uma mensagem , sabia que aquela carência, aquela confusão, diminuiriam quando estivesse novamente nos braços do homem que sempre escolheu amar.


Uma mensagem tímida, simples e curta — “meu amor” — foi o suficiente para que ele respondesse quase imediatamente, com entusiasmo.
As mensagens evoluíram para uma chamada de vídeo. Quando a tela iluminou o rosto dele, Helena sentiu o coração apertar.
:_ como você tá linda meu amor 
Mesmo de pijama, rosto lavado e cabelo bagunçado, ela parecia radiante aos olhos dele.
 e ele...  Cabelo levemente desalinhado, sem camisa, o olhar penetrante que sempre a desestabilizava. Havia algo nele que mexia com ela desde o primeiro dia. 
 a saudade e a preocupação era nítido entre os dois. 
Era tudo mais fácil quando estavam juntos, próximos, dividindo o mesmo espaço. O namoro à distância estava se mostrando mais difícil do que imaginaram. 
Por Otávio,  , Helena nunca teria voltado para São Paulo. Teriam se casado, ficado em São Jorge, construído uma vida tranquila. 
 Mas Helena queria terminar a faculdade.  Era acostumada a trabalhar. A ser independente. Tinha um apartamento quase finalizado. Sonhos que sempre foram seus. 
Mas toda escolha carrega uma renúncia ficar em são Jorge  significava abrir mão da própria realização profissional e estar em são Paulo  significava estar longe do homem que amava. 
Otávio percebeu um ar de tristeza em seu olhar e perguntou
:_ tá tudo bem com você amor ?
Helena forçou um pequeno sorriso. 
:_ tô  sim… só tô cansada. Ainda bem que o fim de semana tá chegando. Desde que voltei pra São Paulo tá uma loucura. Muita coisa acontecendo… e parece que tem um peso nos meus ombros. 
o desabafo de Helena não era apenas questão de trabalho , faculdade e sim a pressão que estava enfrentando desde então. era Vera , Renato e sim João , era a forma que Rafaela lhe afrontava.
Era sobre estar tentando ser forte o tempo inteiro. 
:_ minha vida e minha casa esestão de portas abertas pra você vir e ficar pra sempre. A gente resolve isso em um minuto. 
Helena sorriu que lindo era , piscou seus olhos azuis 
:_ esse sonho logo se tornará realidade meu amor, eu te prometo. 
Otávio ainda pensava no que Beatriz havia lhe dito, na fofoca maldosa e ainda vagava sua mente, não queria tocar no assunto. Não queria pesar o clima. Sabia que Helena já estava sobrecarregada; Mas o silêncio também começava a pesar E, às vezes, o que não é dito… cria raízes.


 
Quinta-feira pela manhã e a semana já estava chegando ao fim. O ar quente tornava o cansaço ainda mais evidente naquela cidade que nunca dormia. O trânsito já estava intenso, as ruas movimentadas, os metrôs lotados. O dia havia começado há horas para os trabalhadores que dependiam de ônibus, metrôs e rotinas exaustivas.

Vera sabia que, hora ou outra, teria de voltar à empresa. Era responsável por tudo. Seu orgulho não permitiria alegar insanidade ou fugir das responsabilidades. Precisava dar satisfações aos sócios. E, no fundo, sabia que tudo estava perigosamente perto de desmoronar. 
 Leonardo já estava acordado. 
Sentado à mesa do café, com o semblante claro de irritação, esperava a mãe como quem aguarda uma tempestade anunciada. Quando Vera percebeu a presença do filho, tentou recuar discretamente pelo corredor — mas ele já a havia visto. 
:_ finalmente lembrou que tem casa, Vera!
Ela parou devagar, virando-se com frieza.
:_  Que ironia é essa? Desde quando eu te devo satisfação? Eu sou sua mãe, não sua filha. 
Leonardo se levantou.
:_ você tá agindo como uma adolescente. E isso já está refletindo na empresa.
Os olhos de Vera estreitaram.
:_ você já correu contar para o seu irmão o que aconteceu?
:_ falei, sim. Liguei para o Levi. Porque você tentou contra a vida de uma menina e simplesmente sumiu. Voltou para casa só hoje  na madrugada.
O silêncio pesou entre os dois 
:_ eu não devo satisfação a nenhum de vocês dois. Nem a você, nem ao seu irmão. Ele não tem nada que se meter nisso. E você também não. Por acaso eu me meto na sua vida, Leonardo? 
: _ você já está na defensiva por que está errada, e sabe disso. eu tenho vergonha do que você fez. Helena é uma menina. Tem idade para ser sua filha. 
Vera endureceu o maxilar.
: _ não quero saber, eu sou sua mãe e você me deve respeito 
:_ eu te respeito sim, Mas você não está se dando o devido valor, mãe. Helena é jovem… é amiga da Pilar… faz parte do meu grupo social. Você tem noção do que isso significa? 
Ele deu um passo mais próximo, a voz agora menos raivosa e mais dolorida.
:_ tudo está prestes a desmoronar, mãe. E não tem como voltar atrás. Os pais da Helena foram até a empresa falar com você. 
Vera virou o rosto com desdém.
:_ eu não tenho nada  a falar com eles
Leonardo passou a mão pelos cabelos, tentando conter a irritação. 
:_ Você não entende a gravidade do que aconteceu? O boletim de ocorrência já foi feito. O assunto já está circulando. As pessoas comentam. Eu quero saber como vamos manter a empresa em pé quando o meu pai souber disso. Porque o Levi vai falar com ele 
:_ isso é culpa sua que foi falar com seu irmão
:_de qualquer forma ele iria saber. E ele tem o direito de saber o que acontece nessa família. Se você não tivesse sumido depois do que fez, eu não teria precisado ligar para o Levi. 
Vera soltou uma risada seca, fria.
:_ não adianta chorar pelo leite derramado, Leonardo. Ninguém nunca me derrubou. E não vai ser essa piranha que vai me derrubar.
O olhar dele mudou. Não era mais só irritação — era decepção.
:_ você ainda quer atribuir a culpa na Helena? Quem fez tudo errado foi você.
Um silêncio tomou conta 
 :_ Mãe… às vezes eu tenho vergonha de ser seu filho.
A frase não foi dita em tom alto. Foi quase um sussurro, e foi  justamente por isso, foi o que mais doeu.
Vera ficou imóvel. O orgulho a impedia de demonstrar qualquer abalo, mas algo havia sido atingido.



Sexta feira pela manhã , João decidiu ir até a delegacia prestar depoimento. Sabia que precisava ir hora ou outra — e não falharia com Helena. Não depois de tudo.
 Se, por um lado, temeu de verdade pela segurança dela, por outro não podia negar que aquilo mudara algo entre os dois. Antes, Helena evitava ultrapassar a barreira do profissional. Mantinha distância. Agora, estava mais próxima. Mais grata. E a admiração dela pelo rapaz parecia crescer.
 João percebia e sabia que, daquele jeito, seria mais fácil conquistá-la.
Vestiu uma roupa bonita — simples, mas escolhida com cuidado. Passou na cozinha, deu um beijo demorado no rosto da avó.
:_ volto mais tarde vó 
Branca segurou o rosto do neto por um segundo a mais do que o habitual. Havia algo diferente nele. Um brilho inquieto. 
João saiu, fechando a porta atrás de si.
Teresa já estava no trabalho. Branca ficou sozinha na sala, inquieta. Percebia que o neto estava mudando — mais determinado, mais envolvido. Não queria admitir para não preocupar Teresa. E, no fundo, havia algo ainda mais delicado: Helena era neta do homem que Branca mais amou, e isso ainda era um segredo. 


No final da aula de sexta-feira, João se aproximou de Helena. Ela estava no refeitório, tomando um suco gelado de melancia enquanto aguardava Maitê. As duas haviam combinado de ir com o pessoal a um barzinho ali perto para aliviar o estresse daquela semana tão pesada. 
:_ Helena
:_ oi Jo..
No dia a dia, Helena já o chamava pelo primeiro nome. Mas ali, dentro da faculdade, não podia ser assim. O profissionalismo precisava existir. Sabia que qualquer descuido poderia prejudicá-los. 
:_ oi professor
:_ já está indo ?
:_ sim , só estou esperando a Maitê Couto. 
:_ queria falar contigo 
:_ pode falar
João abaixou levemente a voz ao mencionar o depoimento. Ainda assim, alguns olhares curiosos começaram a surgir pelo refeitório.
:_ eu fui hoje depor, acho que seu advogado já te informou e eu quero dizer que estou ao seu lado
Helena abriu um sorriso caloroso e, ao mesmo tempo, tímido. O gesto arrepiou os pelos da nuca de João. 
:_ obrigada de todo meu coração , professor. agradeço muito por tudo que tem feito 
:_ imagina… eu só faço o que é certo. E, a propósito, já estou estudando a possibilidade de oferecer o estágio para outra pessoa. Se você tiver alguém para indicar, gostaria de saber. 
:_ bom, eu vou observar bem mas acho que sua avaliação é melhor que a minha
João sorriu. Seus olhos não desgrudavam dela — dos lábios, dos olhos, do jeito delicado com que movia as mãos ao falar. 
:_ tem  um rapaz… mas ele ainda está no pré-vestibular. Não sei se você conhece. Ele é namorado de uma amiga e está precisando de uma “forcinha”. Mas, sinceramente, confio mais na sua avaliação. 
:_ hum, posso avaliar, sim. Eu confio na sua percepção… em tudo. 
O jeito sutil de João paquerá-la era quase imperceptível para quem via de fora. Galanteador. Sedutor por natureza. E Helena já estava acostumada com aquilo — ou pelo menos acreditava que estava.
Eles foram interrompidos por Maitê, que já havia percebido o clima no ar. 
:_ Heleninha, demorei ?
:_ Oi, Mai. Claro que não. 
:_ oi professor, tudo bem ?
:_ tudo ,sim. 

Mas o olhar de Maitê dizia que não estava tudo tão simples assim.






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